Descrição
O Castelo de San Giusto é a fortaleza no alto da colina de San Giusto, ao lado da catedral, acima da cidade velha. Hoje é um museu municipal, mas para muitos o motivo da subida é o passeio pelas muralhas, com a cidade inteira e o golfo aos seus pés.
Entra-se por uma pequena ponte levadiça; a entrada medieval original ainda é bem visível ali ao lado. O vestíbulo está cheio de lápides e inscrições históricas, com os brasões das famílias patrícias de Trieste entre velhos estandartes militares.
Depois do átrio se abre o Cortile delle Milizie, nascido como praça de armas e hoje palco de verão para shows e espetáculos. Daqui uma larga escadaria de pedra sobe até o terraço panorâmico, os caminhos de ronda e a entrada do Museu da Armaria.
No bastião Lalio fica o Lapidario Tergestino, aberto em 2001: cerca de 130 peças da época romana, entre inscrições, monumentos funerários, esculturas, baixos-relevos e fragmentos de edifícios da antiga Tergeste. O percurso do castelo inclui também a capela e a sala Caprin.
O primeiro castelo foi construído pelos venezianos entre 1368 e 1371. Depois que a cidade se entregou à Áustria, foi o imperador Frederico III quem ordenou seu reforço em 1470, logo depois de 1469, lembrado como “o ano da destruição de Trieste”.
Depois, a fortaleza foi crescendo aos pedaços, ao longo de dois séculos e meio. No começo do século XVI, os venezianos, de novo senhores da cidade por pouco tempo, acrescentaram uma alta muralha semicircular; vieram depois o bastião Lalio, entre 1551 e 1561, e por último o bastião Pomis, em 1630.
No século XVII pensou-se em ampliá-la até ocupar todo o topo da colina, o que significaria derrubar a catedral. Desse plano restam as fundações de um quarto bastião, nunca construído, encontradas debaixo da terra além da basílica.
Ironia da história: essa fortaleza nascida para a guerra só foi usada por militares duas vezes. Em 1813 as tropas de Napoleão resistiram ali por duas semanas ao cerco das frotas austríaca, inglesa e napolitana; em 1945 os soldados alemães se renderam ali.
O aspecto atual vem dos anos 1930: em 1930 o castelo passou para a prefeitura, e as autoridades italianas, percebendo seu potencial turístico, mandaram restaurá-lo. Sob suas muralhas correm túneis e salas fechados ao público, alguns ainda por explorar.
Não perca
• O passeio pelos caminhos de ronda.
• O Cortile delle Milizie.
• O Lapidario Tergestino.
Você sabia?
• Durante décadas, uma das adegas do castelo abrigou um elegante restaurante municipal.
Entra-se por uma pequena ponte levadiça; a entrada medieval original ainda é bem visível ali ao lado. O vestíbulo está cheio de lápides e inscrições históricas, com os brasões das famílias patrícias de Trieste entre velhos estandartes militares.
Depois do átrio se abre o Cortile delle Milizie, nascido como praça de armas e hoje palco de verão para shows e espetáculos. Daqui uma larga escadaria de pedra sobe até o terraço panorâmico, os caminhos de ronda e a entrada do Museu da Armaria.
No bastião Lalio fica o Lapidario Tergestino, aberto em 2001: cerca de 130 peças da época romana, entre inscrições, monumentos funerários, esculturas, baixos-relevos e fragmentos de edifícios da antiga Tergeste. O percurso do castelo inclui também a capela e a sala Caprin.
O primeiro castelo foi construído pelos venezianos entre 1368 e 1371. Depois que a cidade se entregou à Áustria, foi o imperador Frederico III quem ordenou seu reforço em 1470, logo depois de 1469, lembrado como “o ano da destruição de Trieste”.
Depois, a fortaleza foi crescendo aos pedaços, ao longo de dois séculos e meio. No começo do século XVI, os venezianos, de novo senhores da cidade por pouco tempo, acrescentaram uma alta muralha semicircular; vieram depois o bastião Lalio, entre 1551 e 1561, e por último o bastião Pomis, em 1630.
No século XVII pensou-se em ampliá-la até ocupar todo o topo da colina, o que significaria derrubar a catedral. Desse plano restam as fundações de um quarto bastião, nunca construído, encontradas debaixo da terra além da basílica.
Ironia da história: essa fortaleza nascida para a guerra só foi usada por militares duas vezes. Em 1813 as tropas de Napoleão resistiram ali por duas semanas ao cerco das frotas austríaca, inglesa e napolitana; em 1945 os soldados alemães se renderam ali.
O aspecto atual vem dos anos 1930: em 1930 o castelo passou para a prefeitura, e as autoridades italianas, percebendo seu potencial turístico, mandaram restaurá-lo. Sob suas muralhas correm túneis e salas fechados ao público, alguns ainda por explorar.
Não perca
• O passeio pelos caminhos de ronda.
• O Cortile delle Milizie.
• O Lapidario Tergestino.
Você sabia?
• Durante décadas, uma das adegas do castelo abrigou um elegante restaurante municipal.